Palácio da Pena tem uma história tão vibrante quanto suas cores marcantes. Originalmente, o local abrigava uma humilde capela medieval dedicada a Nossa Senhora da Pena. No século XV, o rei Manuel I mandou construir um mosteiro no local, que mais tarde foi doado à Ordem de São Jerônimo. No século XIX, o rei Fernando II reimaginou esse espaço sagrado em um palácio de verão de sonho. Sua visão era criar um lugar onde a natureza, a arte e a arquitetura pudessem existir em perfeita harmonia. Hoje, o palácio é um tesouro nacional e um Patrimônio Mundial da UNESCO, celebrado por seu brilho histórico e arquitetônico.
Destaques imperdíveis no Palácio da Pena
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Arco de Tritão
Uma escultura intrincada que simboliza a criação do mundo, combinando elementos mitológicos e naturais.
Terraço da Rainha
Oferece vistas de tirar o fôlego da paisagem circundante e apresenta um canhão de relógio de sol exclusivo que marcava o meio-dia.
Aposentos árabes
Adornado com trabalhos em estuque de inspiração islâmica e uma cúpula dourada, refletindo as influências ecléticas do design do palácio.
Salão Principal
A maior sala do palácio, com móveis opulentos e um grande lustre.
Capela
Preservado do mosteiro original, com um impressionante retábulo de Nicolau de Chanterene.
Parque da Pena
Um amplo jardim com caminhos sinuosos, plantas exóticas de todo o mundo e lagos serenos.
História do Palácio da Pena em poucas palavras
Originalmente um mosteiro do século XVI dedicado a Nossa Senhora da Pena, o local ficou em ruínas após o terremoto de 1755 em Lisboa.
Em 1838, o rei Fernando II adquiriu a propriedade e a transformou em uma residência de verão, adotando os ideais românticos da época.
O palácio foi concluído em 1854 e, mais tarde, tornou-se um monumento nacional, recebendo o status de Patrimônio Mundial da UNESCO em 1995
A transformação do mosteiro no Palácio da Pena foi supervisionada por Wilhelm Ludwig von Eschwege, um engenheiro alemão e arquiteto amador. O rei Fernando II desempenhou um papel significativo no processo de design, infundindo sua visão artística e sensibilidade romântica no projeto
O palácio é conhecido por sua combinação de vários estilos arquitetônicos, incluindo elementos neogóticos, neomanuelinos, neomouriscos e renascentistas. Esse ecletismo reflete o fascínio da era romântica por diversos motivos históricos e culturais.
Fachadas coloridas
Tons vívidos de vermelho, amarelo e azul adornam o exterior do palácio, realçando sua aparência de conto de fadas e simbolizando diferentes períodos da história portuguesa.
Design de interiores
Em seu interior, o palácio ostenta salas ornamentadas com intrincados trabalhos em estuque, pinturas trompe-l'œil e móveis luxuosos, exemplificando a opulência real do século XIX.
Elementos simbólicos
Recursos como a escultura de Tritão e vários motivos mitológicos e religiosos estão integrados por toda parte, incorporando temas da criação e do mundo natural.
Jardins com paisagismo
O Parque da Pena foi meticulosamente projetado com caminhos sinuosos, espécies de plantas exóticas e estruturas decorativas, refletindo o ideal romântico de harmonia entre a natureza e a arte
Além do Palácio da Pena
Castelo dos Mouros
Distância do Palácio da Pena: 2 minutos de carro (350 metros)
O Castelo dos Mouros é uma impressionante fortaleza medieval construída pelos mouros no século IX. Seus muros de pedra escarpados serpenteiam ao longo da linha do cume, oferecendo vistas panorâmicas das florestas de Sintra, do Atlântico e até mesmo de Lisboa em um dia claro.
Distância do Palácio da Pena: 19 minutos de carro (6,8 quilômetros)
Suas chaminés gêmeas são inconfundíveis, elevando-se sobre a paisagem da cidade. No interior, você encontrará quartos decorados com desenhos mouriscos e azulejos requintados que refletem a riqueza cultural de Portugal.
Distância do Palácio da Pena: 27 minutos de carro (8,5 quilômetros)
Essa propriedade encantadora parece saída de um romance de Fantasia, repleta de passagens ocultas e esculturas simbólicas. Sua característica mais famosa, o poço de iniciação, se espalha profundamente na terra, convidando os visitantes a descobrir seus segredos.
As origens do Palácio da Pena remontam ao século XII, com uma capela dedicada a Nossa Senhora da Pena. Mais tarde, o rei Manuel I construiu um mosteiro nesse local, que foi severamente danificado pelo terremoto de 1755. Em 1838, o rei Fernando II transformou as ruínas no vibrante palácio que vemos hoje, exibindo uma mistura de estilos arquitetônicos.
O acesso à Pena a partir do Centro Histórico de Sintra não é possível de carro particular. Incentivamos os visitantes a usar o transporte público ou as rotas a pé.
De Lisboa, pegue um trem (CP) nas estações Oriente, Rossio ou Entrecampos para Sintra. Da estação de trem de Sintra, o ônibus 434 (Scotturb) levará você até a Pena.
Sim, há disponibilidade de tours guiados que podem aprimorar a sua experiência, fornecendo informações históricas e arquitetônicas detalhadas. É aconselhável que você reserve esses tours com antecedência.
É permitido fotografar em determinadas áreas do palácio, mas o uso de flash ou tripés pode ser restrito. É melhor você verificar as diretrizes específicas durante sua visita.
O Palácio da Pena apresenta uma mistura de estilos neogótico, neomanuelino, neo-islâmico e neo-renascentista, refletindo o gosto eclético do rei Fernando II e o movimento romântico do século XIX.
Não há código de vestimenta formal, mas recomenda-se que você use calçados confortáveis devido às superfícies irregulares e aos caminhos íngremes no parque e nos terrenos do palácio.
O toque artístico de Fernando II agraciou o Palácio da Pena com um esquema de cores exclusivo: vermelho para o mosteiro original e amarelo para a extensão. A mistura de tons claros e influências islâmicas do palácio coexiste harmoniosamente com toques europeus medievais.
Facilmente visível da cidade de Sintra, o Palácio da Pena ostenta minaretes amarelos e ricos parapeitos. Mergulhe na "ala roxa" para descobrir espaços internos intrigantes.
Em homenagem à sua segunda esposa, a Condessa de Edla, Fernando II construiu o Chalet of the Countess of Edla, um edifício de dois andares que se mistura perfeitamente com seus arredores urbanos.