Horários: Segunda a domingo - Das 9h30 às 18h30 | Última entrada às 18h
Fechado: 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro
Melhor horário para visitar: O Palácio Nacional de Sintra é um destino de atração durante todo o ano, mas alguns meses são favoráveis devido ao menor número de pessoas. Novembro a março e setembro a outubro são os melhores meses para você visitar Sintra devido às condições climáticas agradáveis e menos multidões.
O Palácio Nacional de Sintra está localizado no centro histórico da cidade. Fica a 10 minutos da estação de trem e da estrada panorâmica conhecida como Volta do Duche.
Estação de trem mais próxima: Sintra (11 minutos de distância)
Pontos de referência: você pode visitar o local que quiser: Cisterna e Pelourinho de Sintra
Destaques do Palácio Nacional de Sintra
A Sala Cisne
O que inicialmente era o Salão Principal durante o reinado de D. João I e D. Filipa de Lancaster, a Sala dos Cisnes reunia a corte do rei. Foi o centro de concertos musicais e banquetes durante todo o século XIX e seu nome deriva dos intrincados motivos de cisnes pintados no teto desse vasto espaço.
A Capela do Palatino
A Capela Palatina era fundamental para o palácio e para a monarquia portuguesa, e sua legitimidade derivava do apoio da religião. Tanto a religião quanto a monarquia tinham uma relação simbiótica, e a importância da primeira é evidente, desde a intrincada carpintaria mudéjar no teto da capela até as decorações nas paredes.
A sala do brasão de armas
O epítome do conceito de monarquia do Rei Manuel I está incorporado na Sala dos Brasões. Posicionado no centro de uma sociedade meticulosamente estruturada e interconectada, o rei Manuel I exibiu seu brasão de armas no teto dessa câmara. Sua capacidade de governar estava intrinsecamente ligada à nobreza, que, por sua vez, concedia ao monarca o status social essencial de que ele precisava.
A sala da cozinha
Acreditava-se que a Galley Room era a galeria do palácio. Ela ligava os aposentos do rei João III à ala noroeste do palácio. O nome da sala se deve às muitas galés pintadas em suas paredes. O teto da sala, que remonta ao século XVII, apresenta uma mistura de galés portuguesas, imperiais otomanas e holandesas.
A Câmara Dourada
A Câmara Dourada era onde o Rei João I e Philippa de Lancaster recebiam visitantes da mais alta posição social, entre eles a Rainha Catarina da Áustria. Diz-se que o revestimento de ouro em toda a sala foi o motivo de seu nome, e ele existiu durante os séculos XV e XVI.
Salão Manuelino
No Palácio de D. Manuel I, o Salão Manuelino, conhecido como Salão Nobre, era a quarta câmara mais espaçosa, atrás do Salão dos Cisnes, do Salão da Galé e da Sala Chinesa. No entanto, para abrir espaço para os aposentos do Rei Luís, o salão foi dividido em três compartimentos menores na segunda metade do século XIX.
Breve história do ícone milenar de Sintra
Acredita-se que o Palácio Nacional de Sintra tenha sido originalmente a residência da taifa moura islâmica de Lisboa. A vila foi conquistada pelo rei Alfonso Henriques, que tomou o palácio para seu uso. No entanto, nenhuma parte do castelo construído durante o domínio dos Mouros sobreviveu. A parte mais antiga do palácio é a Capela Palatina, que se acredita ter sido construída sob o reinado do rei D. Dinis I no século XIV.
Uma grande parte do Palácio Nacional de Sintra remonta ao governo de João I, que patrocinou uma grande campanha de construção que começou em 1415. Hoje, você verá um mosaico de diversas influências, apresentando elementos góticos, mouros e renascentistas. Várias obras de arte e artefatos impressionantes ocupam os salões, câmaras e galerias do palácio, tornando-o uma visita obrigatória para os amantes da arte e da história.
A história do Palácio Nacional de Sitnra remonta aos séculos X ou XI, quando serviu de residência para os governadores mouros. No entanto, a resposta à pergunta sobre suas origens continua sendo um mistério. Diferentes partes do palácio foram construídas em diferentes períodos.
Foi encomendado pelo rei João I, e os reis Manuel I e João III contribuíram para sua expansão e embelezamento. Mais tarde, o rei D. Dinis I mandou construir a Capela Palatina
Muitos arquitetos emprestaram suas habilidades para fazer do Palácio Nacional de Sintra uma maravilha, misturando influências manuelinas, mouriscas e góticas.
Arquitetura do Palácio Nacional de Sintra
Poucos lugares em Portugal podem se igualar à arquitetura do Palácio Nacional de Sintra. Desde que foi mencionado pela primeira vez, diz-se que o palácio foi submetido a várias campanhas de construção, primeiro sob o domínio mouro e depois sob vários governantes portugueses.
Como resultado, o próprio palácio apresenta uma mistura de vários estilos arquitetônicos, incluindo gótico, manuelino, mourisco e mudéjar. O Salão Árabe e a Capela Palatina apresentam tetos em estilo mudéjar que são um espetáculo a ser contemplado. A Sala da Coroa é outro espaço que dá aos visitantes acesso a algumas das mais ornamentadas obras de arte mudéjar de Portugal.
A fachada externa é caracterizada por suas paredes caiadas de branco, adornadas com azulejos decorativos e janelas ornamentadas. O par de chaminés cônicas imponentes representa as características mais icônicas do palácio, criando uma silhueta caprichosa e instantaneamente reconhecível.
Perguntas frequentes sobre o Palácio Nacional de Sintra
Você pode conferir o Heraldic Hall, o Manueline Hall e o The Coat of Arms Room dentro do palácio. Outros destaques incluem a Capela Palatina, a Sala dos Cisnes e o vasto Jardim da Preta.
Sim. Você pode optar por um tour guiado em inglês pelo Palácio Nacional de Sintra. Ele oferece a você a vantagem de explorar o palácio com a experiência de um guia que conhece seus detalhes.
O Palácio Nacional de Sintra está aberto de segunda a domingo - das 9h30 às 18h30.
Os melhores meses para visitar Sintra são de novembro a março e a baixa temporada, entre setembro e outubro. O clima é agradável e você pode explorar o palácio com menos multidões à vista.
Algumas partes do palácio são acessíveis para cadeiras de rodas. Entretanto, as escadas íngremes limitam o acesso a determinadas áreas.
Sim, você tem permissão para tirar fotos no palácio. No entanto, o uso do flash da câmera, drones e bastões de selfie é proibido.
Não. Não há código de vestimenta para você visitar o Palácio Nacional de Sintra.
O palácio apresenta uma mistura de estilos arquitetônicos, incluindo o gótico, o manuelino e o mudéjar. Você encontrará as influências góticas nos entalhes e arcos de pedra, enquanto as influências manuelinas são visíveis nos motivos náuticos. Você também encontrará influências mudéjares no trabalho com azulejos e nos padrões geométricos no interior do palácio.
Com certeza! O Palácio Nacional de Sintra é um Patrimônio Mundial da UNESCO com mais de mil anos de história. Isso fica evidente em cada espaço que você visita dentro do palácio, tornando-o ideal para quem gosta de história e arquitetura. Além disso, o palácio oferece algumas das vistas mais espetaculares da Serra de Sintra e da cidade.
A Quinta da Regaleira e o Palácio da Pena & Park são duas atrações icônicas próximas ao Palácio Nacional de Sintra. O primeiro fica a cerca de 4 km do palácio, enquanto o Palácio da Pena e o Parque da Pena ficam a cerca de 7 km.
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Sussurros sobre o "Rei Cisne": O Rei Manuel I, responsável por grande parte do estilo arquitetônico do palácio, ganhou o apelido de "Rei Cisne" devido à sua obsessão pelo símbolo. Observe atentamente os motivos de cisnes escondidos em todo o palácio, desde detalhes esculpidos até azulejos, refletindo seu toque pessoal.
Segredos da cozinha: As icônicas chaminés cônicas não eram apenas para espetáculo. Originalmente, eles liberavam a fumaça das cozinhas do palácio, cada uma projetada de forma diferente para representar os métodos de cozimento específicos usados. Um apresenta um design em espiral que simboliza a churrasqueira, enquanto o outro ostenta um ornamento em forma de coroa que faz referência às cozinhas reais.
Um gostinho do Oriente: Escondido dentro das muralhas do palácio há um jardim secreto conhecido como "Sala das Sirenas" ou "Salão das Sereias". Esse refúgio tranquilo apresenta plantas exóticas e elementos decorativos inspirados nos jardins chineses e japoneses, mostrando a influência da exploração global durante a era manuelina.